“Eu achei que estava em casa e com o ‘pipo’ do meu marido”, afirma a desocupada Bety Mandrágora, de 46 anos, protagonista do episódio que virou assunto na Zona Leste
Manaus (AM) – Uma confusão digna de comédia movimentou o bairro Jorge Teixeira, na Zona Leste de Manaus, após uma mulher, identificada como Bety Mandrágora*, de 46 anos, entrar por engano na casa dos vizinhos idosos durante a madrugada e acabar protagonizando uma situação que até hoje rende gargalhadas nas rodas de conversa da comunidade.
A protagonista da história é desocupada e conhecida pelos amigos como “Bety da Skol”. Segundo relatos, ela voltava de um bar conhecido na avenida Itaúba, após uma bebedeira de “botar pra quebrar”, quando confundiu as residências na rua onde mora.
Ela procurou o portal do Carlos Araújo, nesta terça-feira (02/06) e contou tudo a repórter Lady Galinha, que não perde a oportunidade de publicar um ‘bafafá’. Caso teria acontecido em 2023.
A rua parecia igual
De acordo com “Bety da Skol”, o erro aconteceu porque as casas eram muito parecidas.”Era de madrugada. Eu olhei e pensei: pronto, cheguei.” Ela conta que abriu o portão sem dificuldade.
“O pior é que o portão abriu. Aquilo me deu confiança. Já fui entrando, tirando a roupa, a calcinha e me dirigindo pelada para o quarto”, afirmando a mulher de “pés juntos” que não percebeu que aquela não era sua casa.
Casal dormia tranquilamente
No imóvel estavam o vigilante Carlos Alberto*, de 71 anos, e sua esposa, Marlene Ferreira*, de 69, vizinhos da “cachaceira”. Os dois dormiam profundamente quando sentiram um movimento estranho na cama.
“Eu achei que fosse meu cachorro. Quando senti um aquele corpo quente deitando ao meu lago. Depois, pensei: a Marlene, finalmente, quer dar uma “brincada””, contou Carlos.
Marlene afirma que estranhou imediatamente. “Nosso cachorro pesa dez quilos. Aquilo tinha peso de gente.”
O beijo que acordou todo mundo
Segundo os envolvidos, Bety teria deitado na cama acreditando estar em sua própria residência. Minutos depois, ainda sonolenta e pelada, se virou para o lado, abriu o ziper das calças de Carlos e “ver”.
“Ela me deu uma deliciosa mamanda. Cara, aquela mulher chupava como um aspirador, parecia uma máquina de engolir ‘rola”. Pensei: Marlene nunca fez isso! E outra, ela não tem dentes!”, disse.
Foi quando Carlos resolveu abrir os olhos e deu de cara com Bety abocanha em seu membro. “Falei: vizinha Bety? Que é isso? Como ela já estava fazendo porque queria, deixei logo”, conta o vigilante.
Marlene diz que levou alguns segundos para processar a situação. “Abri o olho também e dei de cara com essa vagabunda, minha vizinha, chupando o pau do meu marido. Safada!”. Saí cobrindo os dois na porrada”.
“Um copo d’água e um boquete”
Quando as luzes foram acesas, pois estavam aceso somente o abajur, Bety percebeu o tamanho da confusão. “Quando vi a dona Marlene me olhando, entendi que tinha alguma coisa muito errada. Mas eu já tinha metido o pau do marido dela na boca e feito o velho ‘gozar’. Cara, ele tinha jeito de que não gozava há anos e era grandão. Ora bolas! Um copo d’água e um boquete não se nega a ninguém. Só que eu e ele levamos uma baita surra. Mas não me arrependo.”
Vizinhos ouviram a gritaria
A movimentação chamou a atenção da rua inteira. Seu Raimundo Sales*, de 67 anos,, que mora em frente a residencial do casal, conta que acordou assustado. “Pensei que era assalto. Era a Marlene, chamando o Carlos de ‘filho da puta’ traidor e a Bety de ‘puta safada’.”
Já dona Terezinha acreditou que fosse uma briga familiar. “Quando descobri a história, fiquei foi rindo. Todo mundo sabe que a Bety, além de bêbada, não respeita marido de ninguém.”
Marido vira alvo de brincadeiras
Desde o episódio, Carlos passou a ser alvo constante das piadas dos amigos. “Agora todo mundo me chama de Imã de Visitas e que fui mais uma ‘vítima’ da Bety da Skol.”
Separação
Após o episódio, com direito a polícia e tudo mais. Marlene decidiu se separar de Carlos e se mudar para o interior do Amazonas. Já Bety, afirma que, agora, toma mais cuidado. “Agora eu confirmo o número da casa umas dez vezes, mas não me arrependo de nada. Estava gostoso e o Carlos precisava.”
Ela também afirma que passou a prestar mais atenção nos portões. “E, principalmente, nos maridos. Já que o meu me largou depois de mais essa que eu aprontei.”
*Nomes usados para preservar a identidade dos entrevistados.
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