Uma loucura as vezes é boa demais

Acompanhe o segundo episódio de mais um conto da jornalista Renata Novaes e conheça a garçonete Juliana, uma jovem de 24 anos, envolvida sexualmente com Diogo, o supervisor.

Olá, meus amores! A Rê está de volta e, nesse meu retorno, já começo com uma pergunta para vocês: vocês já fizeram alguma loucura? Claro que essa é uma pergunta muito ampla, mas quero saber das loucuras que acontecem na intimidade, daquelas que ficam guardadas na memória. E é justamente a loucura a palavra central da história que vou contar hoje.

Vamos conhecer Juliana, de 24 anos, que estava alegre por conseguir um emprego de garçonete em um restaurante cinco estrelas na zona sul da cidade.

Em seu primeiro dia de trabalho, um homem lhe chamaria a atenção, que aparentava ter cerca de 27 anos, mestiço, com aproximadamente 1,80 m de altura, magro e de cabelos escuros. Ele chamava atenção por sua postura confiante. Era Diogo, o supervisor responsável pelo estoque, que fez questão de apresentar os novos funcionários aos demais colegas e mostrar todas as instalações do restaurante.

Diogo era muito querido ali. Seu jeito brincalhão e carismático conquistava todos ao redor, inclusive Juliana.

Enquanto conversava com uma colega veterana, Juliana observou Diogo organizando alguns materiais que haviam acabado de chegar.

— Esse Diogo é um gatinho, hein? — comentou Juliana, em tom discreto.

— Nossa, nem me fala. Ele é a tentação de metade das mulheres daqui, das clientes às funcionárias.

— Mas me diz uma coisa… ele nunca cai na tentação?

— Pior que não. Tinha uma gerente aqui que era completamente apaixonada por ele, mas ele preferiu manter o profissionalismo. E olha… o que tem de mulher doida para ficar com ele não é brincadeira. Para piorar, parece que ele ainda tem namorada. — respondeu a colega, soltando uma risada.

Na prática, Juliana admirava não apenas a beleza de Diogo, mas também seu carisma. Ele era cavalheiro, tratava todos com educação e respeito, além de ser extremamente competente no trabalho.

Em uma noite de quarta-feira, Juliana acabou sendo hostilizada por um cliente após servir o vinho errado. Irritado, o homem começou a gritar, chamando-a de incompetente e desatenciosa diante de todos.

Com a chegada de Diogo, a situação foi rapidamente contornada. Mantendo a calma e a postura profissional, ele conseguiu acalmar o cliente e evitar que o problema aumentasse.

Abalada, Juliana correu para a cozinha, retirou o avental e começou a chorar. Pouco tempo depois, Diogo foi atrás dela. Ao encontrá-la em lágrimas, aproximou-se com cuidado e tentou confortá-la.

— Calma, não fica assim… essas coisas acontecem na nossa profissão.

— Poxa… mas ele precisava falar daquele jeito comigo por um motivo tão fútil?

— Ju, eu trabalho aqui há cinco anos. Acredite, já vi situações muito piores do que essa.

Diogo então a abraçou. Juliana sentiu segurança naquele gesto fraterno. Ao erguer os olhos para agradecê-lo, percebeu que havia algo diferente naquele momento. A tristeza e o medo começaram a dar lugar a uma tensão inesperada.

Os olhares se cruzaram por alguns segundos, intensos e silenciosos, até que os dois acabaram se beijando. O beijo, inicialmente impulsivo, rapidamente se tornou envolvente, carregado de desejo e emoção reprimida.

Mas, ainda tomado pela razão, Diogo se afastou de repente.

— Me desculpa… eu não posso fazer isso.

— Não, eu que peço desculpas, Diogo. Isso não vai acontecer de novo.

Ele respirou fundo antes de responder:

— Vamos voltar. O restaurante já está quase fechando.

— Sim… já estou indo.

Depois daqu’ele beijo, a relação dos dois nunca mais seria a mesma.

“Siririca”

Ao chegar em casa, Juliana tomou um banho demorado depois de mais um dia intenso de trabalho. Debaixo da água quente, ela não conseguia tirar Diogo da cabeça. O beijo envolvente, o toque inesperado e o gosto de seus lábios ainda pareciam vivos em sua memória.

Cada lembrança despertava nela sensações difíceis de controlar. Entre pensamentos e desejos, Juliana acabou se entregando ao prazer solitário, deixando que toda a tensão reprimida daquela noite transbordasse ali, em silêncio, chegando ao orgasmo durante a deliciosa “siririca”, tendo na mente os lábios ardentes do supervisor gostoso.

Na manhã seguinte, antes mesmo de se levantar da cama, o celular vibrou sobre o criado-mudo.

Era uma mensagem de Diogo:

“Espero que não me entenda mal, me desculpe pelo que ocorreu! Não foi minha intenção!”

“Sem problemas! Isso não vai mais acontecer, eu que tenho que me desculpar”, respondeu ela.

Mal sabiam eles que, durante muitas noites naquele restaurante, Juliana e Diogo se encontravam escondidos pelos corredores e pela cozinha apenas para trocar beijos e, por alguns instantes, esquecer a rotina cansativa, os clientes arrogantes e a pressão do trabalho.

A surpresa

Os encontros secretos se tornaram o refúgio dos dois. Entre um expediente e outro, bastava um olhar para que procurassem qualquer canto vazio do restaurante, onde podiam ficar próximos, ainda que por poucos minutos.

Certa vez, porém, um boato chegou aos ouvidos de Juliana: Diogo teria pedido demissão e deixaria o restaurante em breve. A notícia caiu como um balde de água fria, deixando a garçonete profundamente triste e inquieta.

Assim que ele chegou ao trabalho naquela noite, Juliana foi imediatamente ao seu encontro.

— É verdade que você vai embora?

Diogo abaixou o olhar por alguns segundos antes de responder:

— Sim… é verdade. Surgiu uma oportunidade em outro estado, em uma área diferente. E chances assim a gente não pode desperdiçar, né?

Mesmo tentando demonstrar compreensão, Juliana sentiu o peito apertar.

— Você está certo… — respondeu ela, forçando um sorriso. — E quando você vai?

Diogo respirou fundo antes de responder, já com um tom de tristeza na voz:

— Amanhã é meu último dia. — afirmou, tentando esconder a emoção.

Era uma quinta-feira. Durante todo o expediente, o clima era de despedida. Muitos colegas o abraçavam, e Juliana não escondia a tristeza pela saída do supervisor. Já eram umas 22 horas, e o restaurante estava com pouca movimentação. Diogo aproveitou a situação para arrumar algumas coisas no estoque e pediu que Juliana fosse ajudar na tarefa. Chegando ao local, Juliana encontra o supervisor e diz:

— Não acredito que está indo embora.

— Às vezes, nem eu. Passei tanto tempo aqui.

— Mas espero que dê tudo certo para você em sua nova carreira.

— Muito obrigado, meu bem. Posso te fazer uma pergunta?

— Claro!

— Já fez uma loucura?

— Que tipo de loucura?

Com um olhar descarado, mostrando segundas intenções, Diogo fala para Juliana:

— Tipo fazer uma despedida nesse estoque!

— Só se for agora, gatinho — afirma Juliana, tarada pelo supervisor.

Desejo a “flôr” da pele

Ele fechou a porta do estoque e, em meio às caixas de papelão, prateleiras repletas de bebidas e produtos empilhados, os dois voltaram a se beijar intensamente. As línguas se encontravam em uma dança carregada de desejo e provocação.

Se na cozinha tudo se limitava a beijos rápidos e olhares discretos, naquele estoque a tensão parecia muito maior. Juliana puxava os cabelos de Diogo enquanto distribuía beijos em seu pescoço. Ele, por sua vez, segurava firme a cintura dela, aproximando seus corpos cada vez mais.

A respiração dos dois já estava acelerada. Aos poucos, Juliana começou a abrir os botões da camisa social do supervisor. Quando o tecido deslizou, revelou um peitoral definido, coberto por leves pelos, o que despertou ainda mais desejo nela.

Entre beijos e carícias, Juliana morde e lambe o peito de Diogo lentamente, enquanto ele a observava com intensidade. Sem conseguir esconder a vontade que sentia, Diogo tirou a própria camisa por completo.

Agora, era a vez dele de aproximar as mãos do uniforme de Juliana, enquanto os dois se perdiam, cada vez mais, naquele momento secreto e proibido. Ele retira seu avental e sua blusa lentamente. Seus seios fartos, com seu sutiã preto, deixaram o “garanhão” com mais tesão.

Diogo se senta em uma cadeira e ela em seu colo. O rapaz retira o sutiã dela e começa a lamber seus lindos seios. Sua língua percorre seus “biquinhos” com leveza, fazendo-a delirar.

Enquanto isso, Juliana já sente o pau de Diogo pulsar por cima da calça. Ele acariciava os seios como nunca ela sentiu, e a moça não acreditava no que estava fazendo ali. O tesão era tanto que ela se levanta e se abaixa para abrir a calça de Diogo.

Como um presente, Juliana vai abrindo o cinto e o zíper da calça de linho italiano do jovem. Ao abrir por inteiro, ela se depara com um pau maravilhoso. Tinha uns 20 centímetros e era cheio de veias pulsando pela garçonete. A cabeça rosada de seu “caralho”, que parecia um morango, estava totalmente melada.

Abocanhando a “vara”

Juliana não pensa duas vezes e abocanha aquela pica! Era tão grande e grossa que ela não conseguia chupar tudo. Segurando com as duas mãos e olhando em seus olhos, Juliana fazia Diogo ficar maluco com a boca gostosa que a garçonete tinha.

Ela também tinha uma visão privilegiada: um pau gostoso em sua boca em contraste com um abdômen, peitoral atlético e rosto de Diogo, que gemia baixo para não chamar atenção. Ele fica de pé e levanta a saia de Juliana, retirando sua calcinha. Sua meia-calça dava ainda mais tesão no rapaz que, ao invés de tirá-la, só fez rasgar bem em cima de sua buceta.

Ele senta novamente na cadeira. Ela coloca um de seus pés no encosto e ele chupa sua “piriquita” como nunca. Sua língua morna de desejo passeava em toda a “xota” e ia em todos os lugares, desde os lábios até seu clitóris que, nesse momento, já estava mais do que atiçado. Juliana ficava louca de tesão, pegava em seus peitos e só queria sentar naquele cacete grosso e gostoso. Assim ela fez.

A garçonete sentia cada parte daquele delicioso pau entrar nela. Parecia até que aquela cabeça rosada não ia entrar, de tão grande. As veias de seu pau friccionavam na buceta, deixando o casal ainda mais enlouquecido. Enquanto isso, olhares de desejo se encontravam acompanhados de beijos descarados.

As grandes mãos de Diogo seguravam na cintura de Juliana, que rebolava no caralho gostoso do supervisor. Momentos depois, eles vão a um palete. Jú fica de quatro, deixando Diogo maluco ao ver seu imenso bumbum. Ele deu uns tapas e fez algo que nunca nenhum homem havia feito com ela: começou a lamber seu cuzinho. Sem pena, o “boy” passava a língua e acariciava a bunda da gata, que estava cada vez mais entregue. Após isso, ele saca seu imenso membro e mete em sua buceta. Nessa hora, Juliana gemeu um pouco alto, tendo que se conter para não chamar atenção.

Diogo estava puxando o seu cabelo e metendo com força o pau, fazendo o que, de fato, nem ele nem ela tinham feito na vida: uma loucura sem tamanho que ficaria na memória deles.

Jorrando “leite”

Quase gozando, Diogo se levanta e ela volta a chupar seu pau. A imagem dele olhando para baixo, com seu pau na boca de Jú, mostrava que o rapaz mandava, e tudo era gravado com detalhes na mente da garçonete.

Ela se levanta, roça sua buceta na coxa direita de Diogo, pega em sua bunda e, com a outra mão, pega em seu pau e começa a bater uma punheta. Aquela pica grossa, cheia de veias, com uma cabeça rosada linda, parecia que ia explodir. Ele respirava ainda mais forte, era seu gozo. Jú viu seu pau “jorrar” para longe uma “porra” grossa e bem branca, jogando no chão do estoque uma grande quantidade. Antes de se vestirem, ela ainda chupou a cabeça de seu pau, tomando as últimas gotas. Com um último beijo, ela fala para Diogo:

— É sempre bom fazer umas loucuras às vezes, não é?

— Com certeza, amor. Com uma despedida dessa, nem dá vontade de sair desse estoque.

— Vamos nos vestir, antes de sentirem falta da gente.

Despedida

Para tentar despistar, Diogo dá alguns pacotes de lenços de papel e canudos para Juliana abastecer ao saírem do estoque. Foi assim que uma paixão alucinante terminou. Juliana ria quando sua colega falou que nunca ninguém fez ele cair em tentação, mas ela foi a única.

Na vida, precisamos nos permitir viver certas loucuras. Algumas experiências acontecem apenas uma vez, como oportunidades únicas de sentir o impossível, desafiar os próprios medos e guardar memórias que permanecerão para sempre marcadas na alma. Afinal, são justamente os momentos mais intensos e inesperados que transformam histórias comuns em lembranças inesquecíveis.

Texto: jornalista Renata Novaes

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Carlos Eduardo Araújo é jornalista, radialista (locutor), líder comunitário, ativista social, diretor de comunicação da Central Única das Comunidades do Estado do Amazonas e pós - graduando em gestão pública.

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