Em Manaus, a depiladora Beatriz ficou dividida entre o profissionalismo e o prazer! E, agora?
“Entre Farpas e Aspas” com Renata Novaes
Olá, meus queridos leitores!
É com grande alegria que passo a escrever aqui, compartilhando contos e reflexões sobre temas relevantes da nossa sociedade. Neste meu primeiro texto, quero dividir com vocês uma experiência, uma história que me marcou profundamente.
Nós, mulheres, mantemos um certo compromisso com a nossa beleza (não é, meninas?). Há pelo menos seis anos, frequento a mesma depiladora: Beatriz, uma mulher de 43 anos, competentíssima. Dona de uma beleza marcante, loira, elegante, mas, acima de tudo, uma pessoa extremamente cativante.
Eu e Beatriz conversamos muito. Nossas conversas vão além do trivial; São envolventes, comoventes e, por vezes, até ousadas. E foi justamente numa dessas conversas, intensas e inesquecíveis, que uma ficou gravada na minha memória e que agora decidi compartilhar com você.
Certa vez, enquanto eu fazia depilação com ela, em meio a tantas conversas, resolvi perguntar:
— Amiga, você também atende homens?
Ela respondeu com naturalidade:
— Mas é claro! E vários! O que me chama atenção é que eles são tão fiéis a mim quanto as minhas clientes mulheres.
— Sério?! Mas você não fica, sei lá… com vergonha ou algo do tipo?
— Hoje não mais. Já estou bem acostumada. Não vou mentir: na maioria das vezes, eles são bem atrevidos. E é justamente nesse momento que aproveito para oferecer serviços extras, o que eles costumam chamar de “happy end”.
Confesso que fiquei abismada com a resposta de Beatriz. Para quem não conhece, “happy end”, ou “final feliz”, é quando o atendimento se estende para um tipo de “agrado” íntimo. Ela me contou que, na maioria das vezes, seus clientes masculinos são mais maduros, geralmente entre 50 e 60 anos, com boa condição financeira. Muitos, segundo ela, não estão tão preocupados com a estética, mas sim em serem tocados. Por isso, as massagens acabam sendo o grande destaque entre eles.
Depois dessa revelação, ela se cala por alguns instantes, concentrada no trabalho. Puxa mais uma faixa de cera, levando consigo meus pelos pubianos, numa mistura de dor e alívio. Em seguida, faz uma pausa, retira a máscara do rosto, apoia uma das mãos na cintura, olha para cima e diz, com um suspiro:
— Ai, amiga… eu preciso desabafar com você.
— O que foi? Aconteceu alguma coisa?
Com a respiração pesada e o olhar levemente marejado, Beatriz abriu o coração. Contou que, certa vez, recebeu uma mensagem pelo WhatsApp de um número desconhecido, sem foto. A pessoa perguntava sobre os preços de seus serviços, mais especificamente, depilação de peito e íntima. Curiosa, ela perguntou o nome. A resposta veio breve: Ricardo. Em seguida, ele já quis deixar o horário agendado para aquele mesmo dia.
Era uma terça-feira, por volta das 17 horas, uma tarde quente em Manaus. Pouco tempo depois, Renata recebeu outra mensagem: “estou chegando”. Com a cera aquecida, a maca pronta e os produtos organizados, a campainha tocou. Ela foi atender.
— Olá, boa tarde, Beatriz!
— Oi, você é o Ricardo?
Ricardo era avassalador. Uma beleza que impressionou Beatriz de imediato: cerca de 1,71 de altura, cabelos e olhos castanhos escuros, corpo magro, atlético, cheiroso e um sorriso capaz de desmontar qualquer mulher.
Eles entraram. Beatriz lhe entregou uma toalha, indicando o banheiro para que ele se preparasse. Minutos depois, Ricardo retornou apenas com a toalha, caminhando até a maca. O tórax definido, com pelos no peito e no abdômen, chamava atenção.
Ele se deita na maca e ela inicia a depilação passando a cera no peito de Ricardo. Ao arrancar o pelo, Beatriz passava sua mão para aliviar a dor, pegando em seu peitoral definido. Um gesto técnico, mas despertou nela uma vontade louca de apertar e morder aquele peito. Mesmo assim, se manteve profissional. Ricardo, por sua vez, era comunicativo. Conversava com facilidade, ria com leveza. Beatriz percebeu que nunca tivera uma conversa tão agradável com um cliente homem. Então, ela terminou de depilar o peitoral atraente do cliente:
— Bem, aqui já terminei, vamos à virilha.
Beatriz tira a toalha da virilha de Ricardo. Ele não estava com ereção como muitos clientes, geralmente, costumam ficar de maneira imediata. Iniciando o serviço, passou a cera em sua virilha e sentiu pouco a pouco o pênis do homem ficar ereto. Ela olha para Ricardo, vermelho de vergonha que, visivelmente constrangido, se apressou numa explicação:
— Olha, você me desculpe… não quero ser desrespeitoso contigo.
Ela levanta o olhar por um instante e responde com serenidade, acompanhada de um leve sorriso:
— Sem problemas. Isso é normal. Estou lidando com uma parte íntima sua… fique tranquilo.

Um “pau imponente”
Seguiu com o trabalho, mantendo o profissionalismo, ainda que o momento carregasse um certo embaraço no ar! Porém, seu pênis se mostrou um imponente pau grosso, se levantando como um gigante adormecido! Beatriz continua demonstrando profissionalismo, mas em sua consciência, ficou impressionada com a beleza do membro de seu cliente. Tinha uns 15 centímetros e rosado!
Ela não pensa duas vezes e segura com uma mão firme o pau de Ricardo, enquanto passava a cera em seu saco. Momento em que percebeu um filete de mel saindo de seu caralho e escorrendo em seus dedos. Aquilo evidenciava o tesão naquele momento de dor e prazer. Beatriz, ainda assim, continuava a depilação com aparente tranquilidade, sem deixar transparecer qualquer reação. Por dentro, porém, percebia o “pulsar” do desejo em suas próprias mãos.
Na tentativa de aliviar o constrangimento inevitável, mudou o rumo da conversa. Ricardo passou a falar de assuntos mais sérios. Comentou sobre política, o cansaço da rotina intensa de trabalho e até as noites mal dormidas que vinha enfrentando por conta da insônia. Serviço terminado, apesar do desejo de ambas as partes, Ricardo se veste e se despede de Beatriz com um abraço forte, deixando seu perfume no jaleco de minha amiga.
— Ué, amiga? Entendi que o “boy” era um gostoso, mas porquê da tristeza?
Renata suspirou, baixando o olhar por um instante, como quem organiza os próprios sentimentos antes de continuar:
— Porque ele voltou… e a coisa foi ficando… mais envolvente.
Ela me falou que Ricardo retornou a sua clínica um mês depois. Em uma tarde chuvosa, o “boy magia” chegou todo encharcado e, apesar disso, como da primeira vez, encantou Beatriz com seu charme. Ela lhe deu uma toalha fatal, o que adiantou seu desvestir. Com o clima friozinho, a pele de Ricardo estava arrepiada e seus mamilos “durinhos” enchiam Beatriz de tesão. Assim, ela depilava o peitoral sarado, “escandaloso” e gostoso. Aquele clima atiçou o “gato”, fazendo ela esbarrar o cotovelo no pau de Ricardo, que estava duraço e levantando a toalha, assemelhando a uma barraca. Sem resistir mais, Beatriz fala:
— Que isso aqui enh?! Fazia ela cutucando com seu cotovelo.
O “gato” ficava só rindo! Nessas horas, Beatriz não via o momento de terminar o peitoral e partir para a virilha. Enfim encerrado, vai a depilação íntima do gostoso. O pau de Ricardo estava veiúdo de tão duro e sua glande rosada “brilhava” de tanto tesão. Ela depilava aquele pau “pesado”, com a vontade de abocanhar esse caralhão. O papo entre os dois começou a ficar “quente”. Falavam de fetiches e loucuras, totalmente diferente da primeira vez. Em meio a conversas cada vez mais provocantes, carregadas de insinuações e duplos sentidos, Ricardo acabou perguntando, com um meio sorriso:
— Você não quer fazer um “final feliz”?
Beatriz não se abalou. Manteve o tom firme, mas com aquele charme que lhe era natural:
— Esse final feliz é o seu. O meu é quando você me paga por ele, amor. Você quer?
Ricardo soltou uma leve risada, mantendo os olhos fixos nela:
— Claro que quero… Suas mãos já são incríveis causando dor… imagina o contrário. Ainda mais com esse olhar e esse sorriso.
Urrando de tesão
O clima, segundo Beatriz, já não era mais o mesmo. Havia algo ali, mais intenso, mais perigoso… e, ao mesmo tempo, difícil de ignorar. Finalizada a depilação, Beatriz retira as luvas com calma, diminuiu as luzes até deixar o ambiente em meia-luz e, em seguida, pediu à “Alexa” – a inteligência artificial de sua sala – que tocasse uma música. Ao som de “No Ordinary Love”, na voz envolvente de Sade, ela retorna a maca. Agora, suas mãos pegavam no grosso pau de Ricardo!
Olhando em seus olhos, Beatriz fazia técnicas de massagem, deslizando da base a cabeça da rola do gato que, nesse momento, urrava de tesão. Ela, por sua vez, não aguentou a tentação e começou a chupar o pau de Ricardo, sentindo o sabor de tesão ao “escorregar” a língua em movimentos circulares na saborosa e rosada glande. Ela pegava o pau com as suas pequenas mãos e o chupava, enquanto ele gemia como um lobo insaciável. Em seguida, retira o cacete dele da boca e bate levemente no rosto dela. Ricardo se levanta e fica frente a frente com Beatriz, dando início a um beijo quente com direito a chupadas no pescoço e pegadas fortes no cabelo dele.
Ela começa a tirar seu jaleco. Pouco a pouco, ele ajuda a tirar suas roupas e a coloca sentada na maca. O boy estava levantando e abrindo suas pernas para uma chupada gostosa e inesquecível em sua buceta, que já estava mais do que molhada! A barba de Ricardo, que estava por “fazer”, roçava em sua buceta! Os ombros e os braços sarados que pegavam forte em suas pernas, deixavam Beatriz com mais tesão; Sua língua quente e “cheia” de safadeza ainda acariciava o seu cuzinho, fazendo a depiladora chegar ao um orgasmo avassalador como nunca, tendo como paisagem um homem gostoso, pronto pra lhe “comer!”
Ricardo se levanta, com o seu pau em mão, como um cavaleiro pronto para uma “batalha”, empunhando sua “espada”e coloca seu pau grosso e pulsante, na buceta de Beatriz. O pau quente entrava com força; Ricardo com cada mão em cada coxa de Beatriz, observava nos olhos castanhos dela a loucura. Momentos depois, Beatriz pede para levantar, vai ao fundo da sala e pega um colchonete de yoga e estende no chão, falando para Ricardo deitar. Ao sentar naquele pau gostoso, ela sente a cabeça rosada “cutucar” no seu ponto “G”, enquanto ele acariciava seus seios. O negócio estava tão gostoso, que ela começa a rebolar, fazendo ele gritar:
— Vou gozar, caralho!
Beatriz também fica enlouquecida, ao sentir aquele pauzão jorrar dentro dela. Ela também goza com ele! Dois gemidos, dois corpos abraçados e aos beijos! Eles ficam, ela deita em seu peito liso e sarado. Naquele momento, Ricardo fala para Beatriz:
— Se esse é o final feliz, não quero que essa história termine.
A promessa
Após um breve descanso, o boy levanta para o banho, Beatriz vai em sua bolsa e pega um cigarro e acende. Sentada no colchão e envolvida em um toalha, fuma e olha o dorso maravilhoso daquele homem que acabara de lhe dar prazer se banhando, como se fosse um sonho.
Ele se veste e se prepara para ir embora. Pega seu cartão para fazer o pagamento e pergunta quanto ficaria o serviço com a finalização. Ela responde:
-Pague só a depilação, não irei cobrar esse momento. Porque, agora, sou eu que não quero que isso seja o fim.
Tascando-lhe um beijo gostoso e envolvente em Ricardo, ele se despede prometendo retorno:
-Prometo que volto! Você me enfeitiçou, meu bem!
Ele foi saindo, pegando em suas mãos com aquele sorriso encantador. Beatriz fica em choque ao lembrar do que tinha feito; Nada havia acontecido com tanta intensidade. Ele era totalmente diferente de seus clientes convencionais; Era jovem, cavalheiro, lindo e muito gostoso.
Com os olhos “brilhando” ao me contar, eu pergunto para minha amiga:
— Poxa que história, Amiga! E porque de tanta tristeza?
— Ai Rê, faz três meses e ele nunca mais voltou!
Com pena e impressionada com o relato, abracei minha amiga sofrendo de paixão e foi naquele instante que percebi: nem toda história precisa de continuidade para ter significado. Algumas existem apenas como um instante perfeito, breve, intenso… e suficiente. Talvez o verdadeiro final feliz não seja ficar, seja sentir e seguir. Se ele voltou e relembrou o envolvimento com ela eu não sei, mas semana que vem vou novamente com a Beatriz e saber dos “babados”; Sejam eles com final feliz ou não.
*Entre “Farpas e Aspas” é uma coluna semanal escrita pela intrépida jornalista Renata Novaes com contos de arrepiar os cabelos!

Leia mais:
Mulher afirma que conversava com calango por telepatia no AM: “Mandou eu me prostituir”, disse
“Eu vi a cobra grande”, revela mulher no AM
Desabafo: para salvar casamento, mulher ch*p@va culh@o do marido no AM







